Trump x Hillary
Era pra ser uma enquete.
Eu tenho uma teoria! Que apesar do candidato favorito da Rússia ser Trump, será este último o responsável pelo fim da volta do czarismo na Rússia...
Claro que sob a condicionante de Trump cumprir o que vem prometendo, "acabar" com a OTAN e voltar-se para assuntos internos dos EUA, leia-se, parar de se meter em assuntos internos de outros países.
Seria deixar a "porteira" aberta para os candidatos a "globalistas" da vez, no caso a Rússia. Só que Rússia não é EUA, ou seja, seria um segundo desmantelamento do "estado soviético". Além da Rússia não ter a condições materiais de realizar o expansionismo a que se propõe, que hoje só não é plenamente colocado em prática por resistência do ocidente, sem um inimigo comum a credibilidade ou aprovação da população deixaria de existir; como Putin, que teve um salto de popularidade após envolvimento na Síria, mesmo com o país em recessão. O que vale é combater o inimigo, se o inimigo deixar de existir a população abre os olhos.
Em resumo, Trump, indiretamente, com toda sua oligofrenia, representa paz para o mundo.
Eu tenho uma teoria! Que apesar do candidato favorito da Rússia ser Trump, será este último o responsável pelo fim da volta do czarismo na Rússia...
Claro que sob a condicionante de Trump cumprir o que vem prometendo, "acabar" com a OTAN e voltar-se para assuntos internos dos EUA, leia-se, parar de se meter em assuntos internos de outros países.
Seria deixar a "porteira" aberta para os candidatos a "globalistas" da vez, no caso a Rússia. Só que Rússia não é EUA, ou seja, seria um segundo desmantelamento do "estado soviético". Além da Rússia não ter a condições materiais de realizar o expansionismo a que se propõe, que hoje só não é plenamente colocado em prática por resistência do ocidente, sem um inimigo comum a credibilidade ou aprovação da população deixaria de existir; como Putin, que teve um salto de popularidade após envolvimento na Síria, mesmo com o país em recessão. O que vale é combater o inimigo, se o inimigo deixar de existir a população abre os olhos.
Em resumo, Trump, indiretamente, com toda sua oligofrenia, representa paz para o mundo.

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Comentários
Disparadamente a maior indústria americana é a armamentista.
A Boeing por exemplo é uma estatal disfarçada via as verbas pra "defesa". Se ele promete reconstruir a indústria - no que tem toda razão...- como vai deixar a principal naufragar via falta dee conflitos?
Agora, sim o que ele poderá fazer é redividir o mundo c/a Rússia e agora também um pouco pra China.
Mas aí cada um terá que marcar suas fronteiras e quintais muito bem e controlá-los. [/quote]
Melhor Hillary ser eleita e fazer uma bosta de governo se possível sofrendo um impeachment no caminho por uma das três acusações que sofre.
Trump pode fazer um governo razoável com coisas boas e coisas ruins e no fim dele teremos mais 8 anos de democratas.
Os EUA devem enfrentar uma recessão que ocorre mais ou menos de 10 em 10 anos na economia deles, é melhor que isso caia no colo dos democratas.
Único ponto negativo irremediável é o aparelhamento da corte confessado pela vagaba em debate presidencial.
Eleger Trump agora seria como eleger Aécio no lugar de Dilma.
Que exploda no colo de quem plantou a bomba.
A oposição que aproveite e faça seu trabalho ao invés de fantasiar que Trump é conservador e trocar a única coisa que eles têm que são os valores por 4 anos de mandato, ainda que seja verdade que o povo de lá anda cansado da politicagem o que inclui os republicanos.
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Durante toda a campanha eleitoral à Casa Branca, Putin e Trump trocaram elogiosMaior adversário dos Estados Unidos até esta terça-feira (8), o presidente russo, Vladimir Putin, parabenizou na manhã desta quarta-feira (9) o magnata republicano Donald Trump por sua eleição à Casa Branca. Em pronunciamento que já era esperado, pois Putin explicitamente torcia para Trump derrotar a democrata Hillary Clinton, o líder russo comentou "que as relações entre o seu país e os Estados Unidos poderão sair da crise". Putin enviou um telegrama a Trump, que foi eleito o 45º presidente dos Estados Unidos na madrugada de hoje, com 18 delegados no colégio eleitoral a mais do que o necessário para assumir a Casa Branca. O russo afirmou "estar seguro no diálogo entre Moscou e Washington, que deve se basear no respeito recíproco, atendendo aos interesses dos dois países", divulgou o Kremlin. Os Estados Unidos e a Rússia são os maiores adversários políticos no cenário internacional, em um conflito ideológico e de interesses que perdura desde a Guerra Fria (1945-1991).Durante toda a campanha eleitoral à Casa Branca, Putin e Trump trocaram elogios. "Ele representa os interesses das pessoas comuns, que criticam aqueles que estão há anos no poder, gente a quem não agrada a transferência do poder por herança", disse Putin meses atrás, em uma clara referência à Hillary, mulher do ex-presidente Bill Clinton.LEIA TAMBÉM: Guerra nuclear é certa, caso Trump não seja eleito, diz parlamentar russoA candidata democrata chegou a acusar hackers russos de cometer ciberataques e vazar documentos sigilosos.A Duma, que compõe o Parlamento russo, recebeu com aplausos a notícia da eleição de Trump. “As atuais relações russo-americanas não podem ser chamadas de amigáveis. Esperamos que se possa instaurar um diálogo mais construtitvo entre os dois países após a posse do novo presidente”, comentou o líder da Câmara Baixa russa, Vyacheslav Volodin.“A Rússia terá um posto central na nova administração norte-americana”, disse o ex-embaixador de Moscou em Washington John Teff.Resultados das eleiçõesApós uma votação bastante acirrada, o empresário Donald Trump, do Partido Republicano, conquistou na madrugada desta quarta as eleições presidenciais nos Estados Unidos com 288 votos. O novo presidente dos Estados Unidos venceu a disputa em 27 Estados. Sua adversária Hillary Clinton, do Partido Democrata, levou a melhor em apenas 19 Estados, com 215 votos.* Com informações da Agência Ansa.
Link deste artigo: http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2016-11-09/trump-putin.htmlFonte: Último Segundo - iG @ http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2016-11-09/trump-putin.html