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Comentários
Nós, Indios.
Lutar com Bravura, morrer com Honra!
Vamos aos exemplos práticos singelos.
Procure nos grandes jornais, revistas ou sites brasileiros qual ainda usa a palavra homossexualismo. Verá que todos, sem exceção adotaram a regra Politicamente Correta de só usar o termo homossexualidade, que quer dizer exatamente a mesma coisa, mas não atrai a fúria da militância baitola.
Repita o teste com homosexuality e homosexualism e terá resultado semelhante.
Uma conspiração de Iluminatty reuniu na mesma mesa os donos de todos os grandes meios de comunicação do mundo para impor esta regra ou ela se proliferou aparentemente de modo espontâneo cedendo a pressão ideológica de grupos organizados, mas aparentemente dispersos e sem coordenação central?
De uma forma ou outra o resultado é o mesmo. Ditames ideológicos encontram seus canais para se impor à sociedade, mesmo aparentemente sem um comando central.
Dentre outros exemplos possíveis.
Nós, Indios.
Lutar com Bravura, morrer com Honra!
Trata-se do velho custo-benefício que o Cabeção costuma defender muito bem, se um determinado orgão de imprensa usa o termo homossexualismo e não tem qualquer resposta positiva de ninguém e a resposta negativa (por frescura mesmo, mas o que esperar de boiolas?) de outro grupo e quando usa o termo homossexualidade, que conforme você diz significa a mesma coisa e ele não tem qualquer revés é claro que o primeiro vai sumir e o segundo vai permanecer, não precisa de um grupo illuminatti determinar isso, basta ter uma militância barulhenta fazendo pressão de um lado e não ter uma contrapartida de outro, além disso, só militante xarope, muito xarope mesmo implicaria com detalhes insignificantes como esses.
Já em outro exemplo, quando essa militância tentou impor o que deveria ser ensinado nas escolas ela foi prontamente rechaçada, então, se o processo maligno de boiolização das elites illuminatis atingirem apenas o dicionário em questões irrelevantes como usar homossexualidade ao invés de homossexualismo não temos nada a temer.
Se estamos em um ambiente que recompensa muito mais aqueles que saibam programar um computador e ler uma chapa do pulmão do que aqueles que saibam sobreviver no meio da selva é lógico que teremos computadores avançados, medicina de ponta e pessoas molengas.
Se isso é ruim em termos de sobrevivência só o tempo dirá, no curto prazo a sociedade moderna está ganhando de lavada das gerações anteriores, a expectativa de vida média é de 65 anos contra 35 anos do século passado e 30 de séculos anteriores e a proporção de centenários pulou de 1 para cada 10.000 habitantes para 22.
Os praticantes de bullying não têm honra e é dever dos fortes honrados proteger os mais fracos.
O mundo é do jeito que é. Sem a força, não sobrevivemos, mesmo num mundo dito civilizado, mas não tão longe assim da selva quanto queremos acreditar.
A sociedade costuma funcionar de acordo com a maioria.
Se estamos discutindo um fenômeno social, o seu comportamento pessoal não define o assunto.
Creio que eles não puderam contar com a lei anti-bullying, tão pouco puderam correr pra saia da mãe.
- “É isto que dá ao comunismo seu peculiar caráter fanático. Tem sido observado que se trata de uma religião secular (ou de uma fé?) que tem seu céu e seu inferno, seus eleitos e seus malditos, seus livros sagrados e os ungidos que podem interpretá-los. De qualquer maneira, o comunismo é um remanescente das seitas religiosas da Idade Média”. Carew Hunt (A Guide to Communist Jargon).
Exato. E assim grupos de pressão organizados que representam uma fração ínfima da sociedade - se é que representam - ganham um poder desproporcional, conquistado milímetro a milímetro com a ocupação sistemática de pequenos espaços tomados sem qualquer resistência.
O resultado é que minorias organizadas passam a ditar os costumes da maioria.
Independente destas histórias de Iluluminatti, que virou sinônimo de Lenda Urbana - o fato é que apesar destas micropressões de pequenos grupos serem aparentemente pulverizadas e independentes, elas se movem sempre na mesma direção, ou em algum lugar do mundo você já ouviu falar de grandes meios de comunicação adotando sistematicamente vocabulários e significados conservadores porque foram pressionados por militâncias tradicionalistas?
A experiência do século XX demonstra como ideologias de massa podem ganhar vida própria, bastando que uma militância organizada e dedicada materialize as idéias de um grupelho de intelectuais.
As militâncias perderam uma batalha, mas não a guerra.
Os ideólogos da engenharia social aprenderam que algumas transformações que pretendem podem ser obtidas pela via revolucionária, que se provou instável, enquanto outras requerem décadas de efeitos acumulativos de doutrinação de militâncias e propagandas de massa, com resultados - esperam eles - irreversíveis.
Na maioria dos países do mundo onde o aborto foi legalizado, por exemplo, isto se deu após sucessivas tentativas fracassarem na rejeição popular, o que não impediu as militâncias de ajustar e reforçar seus mecanismos de propaganda e trazer insistentemente a questão à baila a cada vez com novos apelos - primeiro foi a liberdade sexual da mulher, depois o direito ao controle da natalidade, depois a defesa da saúde das mulheres que faziam aborto clandestino e agora o apelo cientificista neurológico - se o sistema nervoso central não está funcionando, pode passar a faca.
E assim damos mais um passo na direção do abismo, sem perceber.
Nós, Indios.
Lutar com Bravura, morrer com Honra!
Eu tenho fobia de anão, então se algum deles resolver ficar perto de mim e fazer amizade e eu sair correndo vou ser acusada de bullyng, é isso?
Que m*!
Acho que existe uma sutil diferença entre respeitar e "introsar na marra".
Posso estar errada mas parece que você e o Cabeção viram a sombra de uma lagartixa projetada na parede e estão achando que é um dragão...
O pior não é isso. O pior é o cara que, doido pra pegar a mina, aproveitando-se de sua "fragilidade" vai brincar com o "brinquedinho" já estragado. Essa é o mais baixo dos mais baixos,..brincar onde já brincaram.
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E justamente porque tem mais o que fazer da vida delas não se importam ou sequer percebem quando pequenos pedaços de suas liberdades individuais lhes são tirados e um pouco mais de poder é concentrado nos militantes de determinada facção ideológica.
Quem já viu uma figura escrota como Luiz Mott corrigindo em público alguém que usou a palavra homossexualismo e a fazendo trocar pelo termo que ele impunha pode ter notado a prepotência com que o cara assumiu a autoridade de decretar que palavras uma pessoa pode usar e quais não.
Pode-se acreditar que não há conexão entre cenas emblemáticas como esta e investidas de alto impacto na vida de todos como os ataques à imprensa livre, o kit gay nas escolas e o sistema de cotas raciais.
Só que é possível demonstrar a conexão.
Que Mayra-Monã permita que você esteja certa e nós errados.
Nós, Indios.
Lutar com Bravura, morrer com Honra!
Muito semelhantes aos seres humanos, aves que são abusadas quando criancinhas são mais suscetíveis de se tornarem agressoras mais tarde.
Atobás adultos, aves marinhas que vivem em colônias nas Ilhas Galápagos, muitas vezes agridem seus vizinhos mais novos. Uma nova pesquisa descobriu que filhotes intimidados se transformam em agressores quando adultos.
Os pesquisadores ficaram surpresos com o intenso interesse que muitas aves adultas mostram pelas jovens, tratando-as muito rudemente. Uma história de abuso provou ser um forte indício do comportamento de um pássaro adulto.
O pássaro intimidador – principalmente do sexo feminino – patrulha as colônias de criação, à espera de que os pais deixem seus filhos para ir caçar. Em seguida, os adultos se lançam sobre as aves jovens, mordendo, bicando e até mesmo fazendo avanços sexuais. Os jovens muitas vezes são deixados estressados e sangrando.
Para fazer o estudo, os pássaros foram rastreados ao longo de três épocas de reprodução, para que os filhotes crescessem e voltassem à sua terra natal para botar seus próprios ovos.
A descoberta de que os bebês vitimados se tornavam cruéis mais tarde é assustadoramente parecida com o que os cientistas sociais têm aprendido sobre o ciclo de abuso em seres humanos. Segundo o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, cerca de 30% das crianças abusadas e negligenciadas vão crescer para vitimar seus próprios filhos.
Pesquisadores ainda acreditam que esse ciclo pode ter a mesma raiz nos pássaros e nos seres humanos: hormônios de estresse surgem depois do abuso, descobriu outro estudo recente.
E o que muitos considerariam um fenômeno humano extremamente complexo, também está ocorrendo – talvez através do mesmo mecanismo fisiológico – em aves, que são mais estreitamente relacionadas com os crocodilos do que com mamíferos.
Os estudos das aves podem ser bons modelos para começar a entender os mecanismos do ciclo de violência em seres humanos.[LiveScience]
http://hypescience.com/passaros-que-sofrem-abuso-viram-bullies/
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Mas reagir ao bullying como um covarde e exatamente fazer o que o sistema quer.
Um certo grau de bullying faz parte da natureza humana. Nao e apenas um mecanismo de dominancia. Serve para lubrificar relacoes interpessoais entre amigos. Saber gerir certa pressao social e um traco importante de um carater robusto.
Nao e uma questao de ser conformista.
Durante a escola eu nao necessariamente tomei parte nas preferencias mais populares em termos de musica, esportes ou atividades gerais. Eu nao era completamente contrario, mas com certeza nao era conformista.
Nem por isso eu fui vitimizado ou ostracizado de qualquer forma traumatizante.
E preciso saber lidar com certas pressoes e criar uma identidade.
Quem nao sabe impor respeito e precisa o tempo todo da ajuda de “autoridades investidas” esta sendo treinado a se conformar a autoridade.
E isso que eles querem, um monte de ovelhas domesticadas e indefesas, que caminhem em fila indiana para o abatedouro.
Loucura e razao nao sao conceitos democraticamente estabelecidos.
E importante resistir mesmo quando a insanidade parece tomar conta de todo mundo ao nosso redor.
Eu sei que voce nao fez por mal.
Mas tampouco trata-se de uma brincadeira inofensiva.
Nao era a sua intencao, mas esse tipo de atitude e incentivada como parte de um programa de desmoralizacao sutil de posicionamentos anti-governamentais.
Existe muita paranoia inconsequente. Existem caras que acham que os lideres mundiais sao uma raca de repteis alienigenas interdimensionais. E existem outros mais ridiculos ainda.
Entao e interessante para quem quer que queira cobrir os rastros de suas acoes coordenadas e sistematicas contra liberdades fundamentais de misturar no mesmo balaio de “teoricos da conspiracao” aqueles que denunciam seus atos documentados com argumentos factuais e aqueles que obviamente andaram fumando erva daninha em excesso.
Mas essa estrategia nao e perfeita.
Ate pouco tempo atras levantar duvidas sobre a legitimidade de bancos centrais e sobre como eles podem ser usados para servir a interesses privados era um papo doido de economistas descreditados e documentaristas agitadores. Hoje nem tanto.
Voce anda por ai ha tempo o suficiente para ter percebido que eu nao sou contra nada disso.
Pelo contrario, acredito que a opcao por tecnologias substitutas mais eficazes e uma marca do progresso civilizacional.
Mas essa opcao deve ser feita livremente pelos individuos atuando no livre mercado.
O que nao e necessariamente o caso hoje.
Parte do processo ainda e gerada pelas inovacoes do mercado, mas quando interesses ligados a poderes governamentais percebem que podem transformar certas opcoes majoritarias em dependencias, eles o fazem. Isso porque dependencia e uma forma de escravidao.
Pequenas coisas bobas, como quando o governo obriga seu filho a ir a uma escola onde ele sera treinado a depender de um software que espionara suas atividades para o resto da sua vida.
Nao so sao treinadas para serem obedientes e credulas no governo. A escola governamental funciona tambem como prisao. Ela garante que durante aquelas horas as criancas nao estarao aprendendo nada de util que mais tarde podera torna-las individuos funcionais e robustos.
Sim, especializacao gera retornos, mas os retornos marginais da especializacao extrema sao decrescentes a partir de um certo ponto. Existe um ponto onde aumentar sua habilidade de apertar um parafuso nao e mais eficaz do que qualquer outro uso para o seu tempo, sobretudo do que a aquisicao de qualquer outra habilidade.
O problema e que nossa estimativa desses retornos em geral considera que as instituicoes sociais dentro das quais nos vivemos sao rigidas e estaveis. Que os riscos existentes sao suficientemente baixos. Qual e a utilidade de saber cozinhar se podemos ir ao restaurante todo dia? Qual e a utilidade de saber atirar se o prospecto de sermos atacados e praticamente nulo?
E esse um tremendo wishfulthinking induzido por quem tem muito a ganhar com uma populacao domesticada, docil e capaz apenas de executar tarefas especificas.
Pois e. So que esse "ambiente" e muito menos seguro do que voce pensa.
Ha apenas duas ou tres geracoes atras num espaco de 5 anos morreram mais pessoas do que em todas as guerras documentadas, somadas.
Mas muita gente acha que entramos numa era de paz duradoura.
O governo mundial que se estabelece nao e a garantia de paz, mas de escravidao. E a parte da humanidade que nao voltara a se ajoelhar certamente nao vai testemunhar esse processo por muito mais tempo.
Escola nunca substituiu e jamais substituirá pais omissos, seja na formação de valores e virtudes seja na robustez das crianças.
Viver por si só é um grande risco, a dor, a doença e a morte nos espreitam como vultos na escuridão, manter a ilusão cotidiana de que esses eventos estarão sempre em algum futuro distante não é falta de robustez e covardia, é uma necessidade psíquica para mantermos a sanidade diante das vicissitudes inerentes de nossa condição frente a uma natureza de implacável indiferença.
Até porque, em um cenário de completa ruína das instituições e uma elite globalista no controle de tudo, saber fazer uma fogueira no meio do mato ou usar uma arma de fogo me parece tão eficaz como enfrentar um tanque de guerra com um canivete suíço, em um cenário dessas proporções qualidades individuais esparsas seriam irrelevantes, se faria necessário a mobilização em massa para ter alguma chance de resistência, mobilizar as pessoas para causas imediatas e relevantes já é quase impossível quem dirá mobilizá-las para enfrentarem possíveis cenários futuros.
Concordo. O importante é incentivar os filhos a denunciarem o problema. Depois, o método para o resolver deve imperativamente envolver a criança alvo. Ensina-la a superar sozinha o problema.