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Comentários
Se o resultado final do UNIVERSO É NADA, a resposta óbvia é que ele não CRIARIA A SI MESMO....
Cara eu ja expliquei nos -post acima que nao precisamos de deus para a criação do Universo....Voce tem lido os post????
Sem comentários....
Vai acostumando...
Total de Mensagens:
8609 + aquelas que tenho agora. ):-))
O problema é que ta dificil....mas vou me acostumar!
Biologia, Ciência Única
Ernst Mayr
Companhia das Letras-2005
Apesar de fazer oposição à redução físico-química dos componentes biológicos da biologia evolutiva, seus argumentos são semelhantes à complexidade irredutível do ID (martelo=ratoeira). Após explicar o entendimento reducionista que propunha que o fenômeno biológico só pode ser entendido se for decomposto em seus componentes, EM contra-argumenta:
"O que interessa no estudo de um sistema complexo é a sua organização. Descer até um nível mais baixo de análise com freqüência diminui o poder explicativo da análise precedente(...). Ninguém conseguiria inferir a estrutura e a função do rim caso recebesse um catálogo completo de todas as moléculas de que está composto.
Esse argumento é válido não só para sistemas biológicos complexos, mas também para os inanimados. Se quiser entender a função e a natureza de um martelo, aplico as leis apropriadas da mecânica. Se fosse analisar o martelo no próximo nível inferior e determinar, por exemplo, de que madeira é feito o cabo, e se em seguida estudasse a estrutura da madeira no microscópio, e continuasse descendo pela química até as moléculas, átomos e partículas elementares constituintes dos quais se compõe o cabo, eu não acrescentaria coisa alguma ao entendimento das propriedades do martelo enquanto martelo. Com efeito, o cabo poderia ser feito de plástico (como alguns martelos modernos) ou de um metal leve resistente. É a combinação do cabo (haste) e cabeça que constitui o martelo e permite uma explicação de sua função. Uma análise descendente progressiva nada acrescenta".p.90
Michael Behe
Jorge Zahar Editor-1997
"Com irredutivelmente complexo quero dizer um sistema único composto de várias partes compatíveis, que interagem entre si e que contribuem para sua função básica, caso em que a remoção de uma das partes faria com que o sistema deixasse de funcionar de forma eficiente".p. 48
É o caso do martelo que decomposto deixa de ser martelo.
Isto produz a seguinte contradição:
1- Se um sistema não pode ser reduzido, mutações contínuas não podem produzi-lo, e o ID fica provado.
2-Se o fenômeno biológico pode ser reduzido à física, a HISTÓRIA NARRATIVA, baseada nos fósseis datados, que é o que se chama evolução (Mayr, 2005, p. 116), deve ser rejeitada, e estabelecida por meios empíricos, que Mayr julga impróprios a fenômeno da biologia evolutiva baseada em conceitos e definições, (e Stephen Jay Gould), não aceita.
Análise do gradualismo nos fósseis
O Ritmo da Mudanca
Muitos evolucionistas encaram a continuidade estrita entre a micro e a macroevolucao como um ingrediente essencial do darwinismo e um corolario necessario da selecao natural. No entanto, como relato no ensaio 17, Thomas Henry Huxley separou os dois topicos da selecao natural e do gradualismo e advertiu Darwin que sua adesao estrita e injustificavel ao gradualismo poderia minar todo o seu sistema. O registro fossil, com suas transicoes abruptas, nao ofereceu nenhum suporte a mudanca gradual, nem o principio da selecao natural o requer - a selecao pode atuar rapidamente. No entanto, a ligacao desnecessaria forjada por Darwin tornou-se um dogma central da teoria sintetica.
(...) Todos os paleontologos sabem que no registro fossil muito pouco se encontra das formas intermediarias; as transicoes entre os grupos principais sao caracteristicamente abruptas. Os gradualistas em geral fogem desse dilema invoncando a extrema imperfeicao do registro fossil - se apenas um passo num milhar sobrevive como fossil, a geologia nao pode registrar mudanca continua.
O autor discute esse argumento e depois faz a colocacao:
Se temos de aceitar muitos casos de transicao descontinua na macroevolucao, sera que o darwinismo e derrubado para sobreviver apenas como uma teoria de mudanca adaptativa menor dentro das especies? A essencia do darwinismo reside numa unica frase: a selecao natural e a forca criativa principal da mudanca evolutiva. Ninguem nega que a selecao natural desempenha um papel negativo ao eliminar os inaptos, mas as teorias darwinistas requerem que ela tambem crie os aptos, mediante adaptacoes sequenciais e preservando em cada estagio a parte vantajosa de um espectro aleatorio de variabilidade genetica. A selecao deve presidir o processo de criacao, e nao apenas descartar os mal adaptados, apos uma outro forca produzir subitamente uma nova especie, totalmente formada em perfeicao primordial.
PP, p. 173
A extrema raridade das formas de transicao do registro fossil persiste como "segredo do negocio" da paleontologia. As arvores evolutivas que adornam nossos manuais tem dados apenas nas pontas e nos nodos dos seus ramos; o resto, por mais razoavel que seja e inferencia, e nao evidencia de fosseis. No entanto, Darwin aferrou-se tanto ao gradualismo, que comprometeu toda a sua teoria numa negacao desse registro literal.
Apos exarar a opiniao de Darwin sobre o registro fossil imperfeito e o gradualismo, afirma Gould: "nunca foi "visto" nas rochas".
Apos, confronta duas incoerencias entre os fosseis e o gradualismo:
1. Estase. Muitas especies nao exibem qualquer mudanca direcional durante sua estada na terra: aparecem no registro fossil com um aspecto muito semelhante ao que tinham quando se extinguiram: a mudanca morfologica e geralmente limitada e sem direcao.
2.Aparecimento subito. Em qualquer area restrita, uma especie nao surge gradualmente pela transformacao continua dos seus antepassados, mas sim de uma vez so e "completamente formada".
A explicacao se da atraves do equilibrio pontuado em que as especies separadas geograficamente sofrem grande pressao para sua especiacao: "Os isolados pequenos e perifericos sao laboratorios da mudanca evolutiva". Como a especiacao ocorre em pequenos grupos isolados, so vai apresentar-se no registro fossil quando transformar-se numa grande populacao, explicando os hiatos no registro fossil.
PP, p, 165. O Polegar do Panda, Martins fontes, Stepehn Jay Gould
1-Uma espécie adaptada a um determinado nicho NÃO É TÃO APTA COMO UMA QUE SE ADAPTA A QUALQUER NICHO!!!!!
2-Esta deriva da primeira pois se o NICHO DESAPARECE OU SURGE UM NOVO PREDADOR- a espécie adaptada àquele NICHO EM ESPECIAL PODE DESAPARECER. Exemplo- espécies de aves domésticas na MICRONÉSIA VERSUS FELIX CATIS...
O gradualismo não existe e o isolamento geográfico É INSENSATO CONTRADITÓRIO A SELEÇÃO NATURAL....
De novo?!!! Pra ver se desta vez cola?
http://www.evo.bio.br/LAYOUT/BEHE.HTML
Só um trecho, já que o artigo é longo:
Manda para o Valerio e vamos ver se ele REFUTA ERNST MAYR, o criador da teoria evolcionista atual!!!!!!
Mas pedaços delas não funcionam...
1-Ernst Mayr usa o argumento da complexidade, com a analogia do martelo. O martelo não pode ser decomposto para ser entendido. A narrativa dos fósseis são a evolução.
2-O ID só pode ser refutado pela gradualidade da formação das estruturas complexas.
3-Stephen Jay Gould fala - o gradualismo não está no registro fóssil. O isolamento geográfico com o equilíbrio pontuado, seleção natural e mutações provocaria saltos evolutivos.
4-Eu demonstro cabalmente a contradição entre ISOLAMENTO GEOGRÁFICO E SELEÇÃO NATURAL. Mais aptidão indica capacidade DE ADAPTAÇÃO EM NÚMERO MAIOR DE NICHOS ECOLÓGICOS...
5-Patetadas evolucionistas não justificam patetadas criacionistas...
O exemplo do martelo ou da ratoeira é tão assombrosamente infantil (talvez desonesto mesmo) por considerar que há tanta complexidade para ser reduzida nesses objetos simples tanto quanto numa mera célula. O que diria num animal composto de células.
'' O homem sábio molda a sí mesmo, os tolos só vivem para morrer.'' (O Messias de Duna - F.Herbert)
Dizer que ERNST MAYR, o DARWIN DO SÉCULO XX É DESONESTO MOSTRA A IGNORÂNCIA DOS ATUAIS DEBATEDORES.
Ernst Mayr and the Evolutionary Synthesis:
Ironically, one great unsolved problem in Darwin's master work, On the Origin of Species, was just that: How and why do species originate? Darwin and his later followers were faced with a seeming paradox. They described evolution as a continuous, gradual change over time, but species are distinct from each other, suggesting that some process has created a discontinuity, or gap, between them.
Credit for doing the most to crack this puzzle goes to Ernst Mayr, perhaps the greatest evolutionary scientist of the twentieth century. Along with Theodosius Dobzhansky, George Gaylord Simpson, and others, Mayr achieved the "modern synthesis" in the 1930s and 1940s that integrated Mendel's theory of heredity with Darwin's theory of evolution and natural selection
.
Born in 1904 in Germany, Mayr trained as a medical student but realized he had a greater passion for studying birds and biology. Emigrating to the United States, he became a curator at the American Museum of Natural History, working on bird classification while formulating his key ideas about evolution. In 1942 he published his most important work, Systematics and the Origin of Species. Mayr moved to Harvard University in 1953 and served as director of the school's Museum of Comparative Zoology from 1961 to 1970. Since then, he has published a number of books and chapters and received the prestigious Japan Prize for Biology in 1983.
In his landmark 1942 book, Mayr proposed that Darwin's theory of natural selection could explain all of evolution, including why genes evolve at the molecular level. On the stubborn question of how species originate, Mayr proposed that when a population of organisms becomes separated from the main group by time or geography, they eventually evolve different traits and can no longer interbreed.
It's this isolation or separation that creates new species, said Mayr. The traits that evolve during the period of isolation are called "isolating mechanisms," and they discourage the two populations from interbreeding.
Moreover, Mayr declared that the development of many new species is what leads to evolutionary progress. "Without speciation, there would be no diversification of the organic world, no adaptive radiation, and very little evolutionary progress. The species, then, is the keystone of evolution."
Todos tem que ser um modelo de honestidade tipo a Ellen G. White que usa o plágio em suas obras.
― Winston Churchill