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Comentários
Assim você humaniza seu suposto deus fabricante de vida.
Você pensa assim por pura analogia, acha que um possível sistema gerador de universos tem que necessariamente agir tal qual um humano fabricante de artefatos.
Eu imagino que o suposto sistema deva ser tão mais astronomicamente complexo e versátil do que as pobres alternativas limitadas que nós humanos temos.
Nós amamos e nos importamos com nossas coisas e nossos pares porque eles são falíveis,efêmeros, porque podem ser destruídos ou desconfigurados, podem ser atingidos.
Penso que um suposto sistema criador de universos não poderia ser atingido por nada.
'' O homem sábio molda a sí mesmo, os tolos só vivem para morrer.'' (O Messias de Duna - F.Herbert)
Você pode ter razão. Pode ter havido um fabricante. Mas quando você propõe que a máquina é complexa demais para ter surgido do “acaso”, isso traz um problema gravíssimo à existência do próprio fabricante. Ele também é complexo, com certeza muito mais complexo do que suas criações e, pela sua lógica, Ele também necessitaria ter sido criado. Essa questão já foi proposta várias vezes neste tópico, mas parece ser sistematicamente ignorada.
Caro Márcio, que alternativas factíveis nos dá então? Parece que você está sendo mais místico do que eu!
Você está coberto de razão. E as chances de haver um Criador por "pequenos" números de probabilidade só eleva mais ainda os mistérios.
Porém, já parou para pensar que a resposta daquilo que nós achamos mais altamente complexo possa estar nas coisas mais simples à nossa volta? O conceito de Criação é dado a nós humanos, e, viajando na maionese, já pensou se em outra dimensão as coisas não são criadas e sim, SÃO?
Por isso não sou ateu, NUNCA vou me permitir ser tão materialista a ponto de desacreditar em outras possibilidades por causa da vida que tenho como referência!
Para mim, ser Ateu só me limita a ter a visão de tudo que temos como modelo.
E por enquanto, a melhor pista que temos, está sendo ignorada de modo ridículo nesse mundo, por que às vezes a verdade é tão clara que não conseguimos sequer enxergá-la, porque está sendo ofuscada por milhares de aproveitadores: Jesus Cristo!
Então me corrija...
Todos aqui que estão discutindo com você são definidos por alguns como ateístas fracos, ou seja, não afirmam uma certeza de inexistência divina apenas que não se tem motivos ou evidências suficientes para se acreditar que tais seres existam, o que é diferente do definido como ateísta forte que diz saber que não existem divindades.
Como dissemos, nos dê alguma prova ou dado objetivo sobre o suposto criador ou designer dos seres vivos e poderemos avaliar, apenas a afirmação de que tal exista porque não temos todas as respostas para todos os mistérios existenciais servindo como tapa-buraco é uma base muito frágil, todas as explicações sobrenaturais que se valeram desse artifício no passado fracassaram miseravelmente por milênios, fracasso muito maior e por um período muito mais longo do que as experiências que tentam explicar a origem da vida por abiogênese, que tiveram pelo menos um resultado parcial.
Mas como todos que defendem esse tipo de ideia a metodologia é sempre a mesma, para as explicações naturalistas o máximo rigor da lógica e da ciência, para as crendices e superstições sobrenaturais a mais desleixada e patética permissividade.
Obrigado Cameron! como disse, não serei nunca assim, e não vejo a mínima vantagem de ser assim. Medo, desilusão? Vocês querem ser máquinas frias, porém são feitos de carne e sangue. Não vejo como crer em um Deus atrapalha atualmente a ciência. No passado sim, o poder romano mostrou a que veio! Mas hoje em dia?? Fica para mim, a visão limitada de um cientista, a visão limitada era o que a mente humana mais brilhante desse mundo tinha horror:
Numa oportunidade em que lhe pediram para definir Deus, Einstein disse: “Não sou ateu, e não creio que possa me chamar panteísta. Estamos na situação de uma criancinha que entra em uma imensa biblioteca, repleta de livros em muitas línguas. A criança sabe que alguém deve ter escrito aqueles livros, mas não sabe como. Não compreende as línguas em que foram escritos. Tem uma pálida suspeita de que a disposição dos livros obedece a uma ordem misteriosa, mas não sabe qual ela é. Essa, ao que me parece, é a atitude até mesmo do mais inteligente dos seres humanos diante de Deus. Vemos o Universo, maravilhosamente disposto e obedecendo a certas leis, mas temos apenas uma pálida compreensão delas. Nossa mente limitada capta a força misteriosa que move as constelações. Sou fascinado pelo panteísmo de Espinosa, mas admiro ainda mais sua contribuição para o pensamento moderno, por ele ter sido o primeiro filósofo a lidar com a alma e o corpo como uma coisa só, e não como duas coisas separadas”.
Deus criou o universo já sabendo que esse cara iria morrer num acidente de automóvel.
Poderia ter criado um universo onde esse cara não sofreria um acidente, mas criou do jeito que ele é: cheio de sofrimento e morte. Já temos tópicos sobre a incompatibilidade entre o livre-arbítrio e a onisciência dos deuses.
Além disto, o que tem a ver o automóvel ter sido criado pelo homem ou o que o cara estivesse pensando no momento do acidente? E se houvesse uma criança pequena no carro? Ela pagaria pelos supostos maus pensamentos do motorista?
Pessoas morrem em enchentes, furacões, terremotos, queda de raios, doenças, partos etc., e não apenas de acidentes com objetos que elas criaram ou como resultado de seus atos conscientes.
Pesquise um pouco e descobrirá que esse cara já está quase completamente gagá e que ele disse, em entrevista num de seus momentos de lucidez, que deve ter sido enganado pelo crente que escreveu o livro que supostamente foi ele que escreveu.
Ainda assim, o fato de um ateu se converter não serve de argumento. Se Newton e outros cientistas tivessem voltado atrás em suas teorias, elas continuariam válidas. A verdade não depende das mudanças de opinião de quem as descobriu.
Sim. Que culpa tinham os meninos?
Deus pecou por omissão de socorro. Isto é crime.
Desista. Citar supostos ex-ateus não vai nos convencer, da mesma forma que a nossa desconversão parece não significar nada para você. Para os crentes, a coisa só funciona num sentido...
O bote se reproduz e vai sofrendo mutações até se tornar um navio? Sem intervenção humana?
Sabemos?
Como você sabe qual é o padrão de um deus que você nem sabe se existe, quanto mais como ele é? E se os padrões dele forem diferentes dos nossos e incompreensíveis? E nos parecerem injustos e perversos? E ainda assim forem bons e justos segundo conceitos que não podemos alcançar? E que não nos convêm?
Ilógico na qualidade humana de pensar, nesta dimensão. Já ouviu falar no hipercubo?
Eu acho que os ufologistas são ridículos, mas eles não me incomodam. Já os crentelhos, islamitas e fiéis da várias crendices querem nos impor suas superstições por meio de mudanças na Lei Maior e no currículo das escolas, além de nos discriminar no dia-a-dia, às vezes até com violência. A Inquisição acabou há uns 140 anos. Isto não faz tanto tempo assim e, de certa forma, continua viva com a bancada evangélica e outras escrotidões que vemos por aí.
Não podemos dar mole para essa gentalha.
A comunidade científica tem um consenso baseado no método científico. Essas exceções cuidadosamente selecionadas por ele se baseiam na fé religiosa.
Ao postular um deus como explicação, abdicam de procurar uma explicação.
Ninguém garante, portanto admitimos várias possibilidades, inclusive a de um criador, só que não a levamos em conta na prática porque, por definição, esse deus é inexplicável e seria o mesmo que desistir.
Defina explêndida.
Já demos: aceitar um 'não sei' como resposta.
Acho que você ficou maluco ou então confundiu os posts.
Onde eu te ofendi?
Não precisa ser muito inteligente para perceber a ofensa!
Caro sybok
Esse seu argumento de ter sempre que explicar o criador é ilógico! Novamente voce FALHA INEGAVELMENTE ao ao colocar em campo de teste aquilo que nem mesmo acredita.
Veja um trecho que tirei do texto intitulado o delírio de Dawkins e perceberá como seu raciocínio não se aplica aqui no proposto:
Primeiro, para reconhecer uma explicação como a melhor, não é necessário haver uma explicação para a explicação. Esse é um ponto elementar acerca da inferência para a melhor explicação, segundo a prática da filosofia e da ciência. Se alguns arqueólogos, ao escavarem a terra, descobrissem coisas como pontas de flechas, cabeças de machadinhas e cacos de cerâmica, estariam justificados ao inferir que esses artefatos não são o resultado casual de sedimentação e metamorfose, mas produtos de algum grupo desconhecido de pessoas, mesmo que não tenham explicação para quem são essas pessoas ou de onde esse grupo procedeu. De modo similar, se alguns astronautas encontrassem um amontoado de mecanismos no lado oculto da lua, estariam justificados ao inferir que tais coisas eram produto de agentes extraterrestres inteligentes, mesmo que não tivessem a mínima ideia sobre quem seriam esses agentes extraterrestres nem sobre como eles tinham chegado lá.
Para uma explicação ser reconhecida como a melhor, não precisa ser capaz de explicar a explicação. Na verdade, exigir isso levaria a uma regressão infinita de explicações, de sorte que nada poderia ser explicado, e a ciência seria destruída. Assim, no caso presente, para reconhecer que um projeto inteligente é a melhor explicação para a aparência de projeto no universo, não é necessário conseguir explicar o projetista.
Read more: http://www.reasonablefaith.org/portuguese/o-delirio-de-dawkins#ixzz238f9n3VV
Resumindo:
- OU A TERRA ME FORNECE PELO MENOS UM LÁPIS FORMADO PELA MAIS PURA SORTE, OU TENHO QUE ACREDITAR EM UM DEUS. ACHEM O LÁPIS E O MUNDO SE TORNARÁ ATEU TOTALMENTE -
Se ele aceita que existe um deus que por sua vez é complexo e não tem causa anterior por que diabos não pode fazer o mesmo com a vida?
Ele vem e quer provar que não pode haver complexidade sem causa anterior mas em seguida quer que aceitem deus como complexo e sem causa anterior.
E eu tenho culpa se você misturou os assuntos?