Parece que você é novo por este pedaço. Se você quer se envolver, clique em algum destes botões!
Direitos reservados de acordo com cada publicação, 2001 ~ 2014, Fórum Religião é Veneno.
As opiniões expressas e o conteúdo publicado neste fórum por seus usuários são de responsabilidade exclusiva dos seus respectivos autores e não representam as opiniões dos administradores e moderadores do "Religião é Veneno".
Desenvolvido e mantido pela Administração e Moderação.
Comentários
Fonte Superinteressante:
O Universo tem 13,7 bilhões de anos, com uma margem de erro de 0,2 bilhão para mais ou para menos. Dito assim, parece simples, mas, para chegar a esse valor, os cientistas se bateram durante quase 80 anos. Em 1929, o astrônomo americano Edwin Hubble percebeu que as galáxias estavam se afastando umas das outras e descobriu que, quanto maior a distância, mais alta a velocidade de distanciamento. Isso significa que o Universo está se expandindo, e, portanto, ele deve ter tido um começo. O trabalho do americano possibilitou que o modelo de Universo estático, que dominava a ciência, fosse revisto e desse origem à tese do big-bang. A partir do cálculo da distância e da velocidade atuais, seria possível descobrir há quanto tempo as galáxias estão se movimentando – e, portanto, quando foi exatamente que o nosso Universo começou.
Recalculando
Para mapear o Universo e descobrir sua idade, o astrônomo desenvolveu uma relação, conhecida como Lei de Hubble. Ele mesmo fez as contas e chegou à conclusão de que o Universo tinha 2 bilhões de anos. Acontece que, na época, já se sabia que a Terra e o Sol eram mais velhos do que isso (para o nosso planeta falava-se em 6,5 bilhões, e hoje temos como certa a idade de 4,5 bilhões). Algo estava muito errado aí, e era o valor da constante de Hubble, calculada a partir da distância estimada entre as galáxias. O pesquisador dizia que ela tinha o valor de 550 quilômetros por segundo por megaparsec (unidade de medida que corresponde a 3 milhões de anos-luz). Começou então um lento e difícil trabalho de recálculos e refinamentos dessa constante. Cada nova informação a respeito das distâncias entre os corpos espaciais provocava nova onda de tensão entre os astrônomos.
Em 1952, o astrônomo alemão Walter Baade provou que o Universo era pelo menos duas vezes mais velho do que a Terra. Nos anos seguintes, boa parte dos cientistas adotou 20 bilhões de anos. Era um valor confortável, já que a idade de muitas estrelas era estimada entre 14 e 16 bilhões. Nos anos seguintes, um grupo de físicos chegou à conclusão de que o cálculo mais correto estava em torno dos 10 bilhões. A partir do final da década de 1980, com o auge da construção de telescópios espaciais, novos pesquisadores chegaram aos resultados mais variados, sempre dentro da faixa de 10 a 20 bilhões. Até que, em 1996, o telescópio espacial Hubble forneceu dados que levaram os pesquisadores ao número preocupante de 8 bilhões. Houve quem chegasse a duvidar da teoria do big-bang.
No começo da década de 1990, o satélite europeu Hipparcos mediu a distância de milhares de estrelas com uma precisão 100 vezes maior do que a que se conseguia até aquele momento. Com isso, a idade das estrelas mais velhas foi reduzida de 16 para 13 bilhões. Ainda assim, era preciso refazer os cálculos ou explicar os dados fornecidos pelo Hubble. Foi o que dezenas de pesquisadores fizeram e, pela primeira vez, chegaram todos a resultados muito parecidos. Hoje, a constante de Hubble fica em torno de 71 quilômetros por segundo por megaparsec, e a idade do Universo está fixada, com um grau razoável de segurança, em 13,7 bilhões. Pelo menos até que novas informações venham a exigir novos cálculos.
Tenho outras fontes que falam de 30 bilhões de anos, mas eu aceito sim, a idade do universo de 15 bilhões de anos.
estou apenas tentando demonstrar o erro do que vc passou, agora se encontrar algo "palpavel" qto a isto vamo ver entao.
Os "Cientistas isolados" em questão são cientistas sérios de argumentos sólidos que toda a comunidade científica apóia.
Fique tranquilo que isso eu posso te provar!
nao tem como ter certeza, mas eh oq temos agora, não é por isso que vamos dizer "acabou"
Harold J. Morowitz (4 de Dezembro de 1927, Poughkeepsie, Nova York). Biofísico norte-americano. Obteve seu PhD em física em 1951 pela Universidade de Yale. Autor de inúmeros livros, que incluem temas científicos variados de interesse popular, Morowitz dedicou-se com especial interesse à termodinâmica dos sistemas vivos [1]. Suas pesquisas atuais articulam os fundamentos da biologia com as ciências da informação [2]. Tem publicado também sobre a origem da vida [3], tópico do qual é considerado um dos maiores conhecedores mundiais.
Morowitz introduziu uma nova formulação da aplicação da termodinâmica ao estudo dos organismos e da biosfera. Como resultado do fluxo de energia (seu conceito explanatório central) a Terra armazena uma grande quantidade de energia em sua biomassa, onde passa por várias transformações, e o planeta como um todo se mantem fora de equilíbrio termodinâmico. O fluxo de energia entre os organismos vivos envolve uma grande complexidade de tipos de transformações fisico-químicas e de organização espacial e temporal. É precisamente esta intrincada estrutura espaço-temporal que permite a mobilização rápida precisa e eficiente de energia e informação.
sua declaração:
declarou que a chance de qualquer tipo de geração espontânea era uma em 10 elevado a 100,000,000,000
Fonte: Energy Flow in Biology, Academic Press, 1968.
Formou-se em física pelo University College, em Londres. Com a deflagração da Segunda Guerra Mundial foi trabalhar na Royal Navy, interrompendo a sua pesquisa de doutorado. À época fazia estudos de campo em minas. Após o término da guerra e refletir sobre aspectos relativos à vida, mudou seu "objeto" de estudo. Quando retornou à pesquisa, optou pela biofísica, investigando dois temas: a natureza da consciência e a diferença entre os vivos e os não-vivos. Mudou-se para Cambridge, onde, no Laboratório Cavendish da Unidade do Conselho de Pesquisas Médicas de Max Perutz (autoridade no assunto à época) iniciou o estudo da formação das proteínas e o trabalho com cristalografia dos raios X.
Em 1953, em parceria com o biólogo norte-americano James Watson, baseados no trabalho experimental dos britânicos Maurice Wilkins e Rosalind Franklin, propuseram a estrutura da famosa molécula de dupla hélice denominada ácido desoxirribonucleico (ADN)
sua declaração:
chama a vida de "quase um milagre". Ele não poderia racionalizar as implicações metafísicas da sua descoberta do DNA, por isso desenvolveu sua teoria de "esporos de vida" na década de 1970.
Fonte: Francis Crick, Life Itself - Its Origin and Nature, Futura, 1982.
Uma antiga publicação de Hoyle faz um uso interessante do Princípio antrópico. Tentando descobrir o funcionamento da nucleossíntese estelar, ele observou que uma reação nuclear particular, o processo triplo alfa, que gerou o carbono, requereria que o núcleo do carbono tivesse uma energia bem específica para ocorrer. A grande quantidade de carbono no universo, que torna a vida tal como a conhecemos possível, demonstrou que essa reação nuclear tinha que funcionar. Baseado nessa noção, ele previu os níveis de energia do núcleo do carbono que foram mais tarde comprovados em laboratório.
Seu colaborador, William Alfred Fowler, ganhou o Prêmio Nobel de Física em 1983 (com Subrahmanyan Chandrasekhar), mas por alguma razão a contribuição original de Hoyle não foi levada em conta, e muitos ficaram surpresos que um astrônomo tão notável jamais recebesse o prêmio. O próprio Fowler, em um esboço autobiográfico ressaltou os esforços pioneiros de Hoyle:
The concept of nucleosynthesis in stars was first established by Hoyle in 1946. This provided a way to explain the existence of elements heavier than helium in the universe, basically by showing that critical elements such as carbon could be generated in stars and then incorporated in other stars and planets when that star "dies". The new stars formed now start off with these heavier elements and even heavier elements are formed from them. Hoyle theorized that other rarer elements could be explained by supernovas, the giant explosions which occasionally occur throughout the universe, whose temperatures and pressures would be required to create such elements.
O conceito de nucleossíntese nas estrelas foi estabelecido primeiramente por Hoyle em 1946. Isso forneceu uma explicação para a existência de elementos mais pesados que o hélio no universo, basicamente mostrando que elementos críticos como o carbono poderiam ser produzidos nas estrelas e mais tarde incorporados em outras estrelas e planetas quando a estrela "morre". As novas estrelas formadas recentemente já são formadas com esses elementos pesados, e elementos ainda mais pesados são formados a partir deles. Hoyle estabeleceu a teoria de que outros elementos raros podiam ser explicados por supernovas, as explosões gigantes que ocorrem ocasionalmente no universo, cujas temperaturas e pressões seriam requeridas para criar tais elementos.
sua declaração:
Sir Fred Hoyle, um agnóstico autor de Evolution from Space (1981), através de um cálculo bem mais "promissor", propôs que a probabilidade era uma chance em 10 elevado a 40.000 (a mesma probabilidade de que um tornado se arrastando por um ferro-velho poderia montar um Boeing 747). No seu caso mais notório, Fred Hoyle denunciou que o fóssil do Archeopteryx era uma fraude, e também expressou sérias dúvidas quanto à teoria de Darwin da Evolução por Seleção Natural. Ele escreveu para a revista NATURE, dizendo:
“A probabilidade da formação da vida a partir de matéria inanimada é de um para um número com quarenta mil zeros... [Grande demais considerando até mesmo a quantidade total de átomos em todo o universo, que é infinitamente menor e da ordem de apenas 10 elevado a 80]... Grande o bastante para enterrar Darwin e toda a teoria da evolução”. Mais tarde Hoyle apresentou uma analogia drástica para ilustrar a impossibilidade da evolução complexa: “Imagine um tornado passando por cima de um depósito de ferro velho, e, depois que ele passa, deixa em seu rastro um Jumbo Boeing 747 novinho em folha, que, é claro, foi criado e montado por acaso a partir das peças existentes no depósito de ferro velho”.
Fonte: Sir Fred Hoyle, Nature, vol. 294:105, 12 de novembro de 1981.
Nunca falei isso! veja a minha "conclusão" sobre o assunto e verá que não utilizei uma linha para falar isso!
Ih meu caro, agora tu embolaste tudo de vez! Certamente foi muito infeliz neste argumento pois estamos aqui falando de coisas palpáveis e mensuráveis, em nenhum momento citei nenhum "ser" no proposto científico do fato!
Leia a minha conclusão e veja como você está 200% errado nessa falsa acusação que falei algo assim!
Se toda a comunidade científica os apoiasse, a hipótese de a vida ter surgido na Terra naturalmente há quase 4 bilhões de anos já teria sido descartada.
todo o proposto aqui foi palpável e mensurável
minha conclusão pela ciência, mesmo com todas as improbabilidades que a vida surgiu ao acaso foi que "sou Ateu"
minha conclusão Filosófica é que me permite ser TOTALMENTE TEÍSTA!
será que é difícil entender essa posição? Posso ser Ateu e Teísta ao mesmo tempo? Não?
Por que?
Você já está conjecturando por você mesmo. Não sei como realmente você pode ter certeza disso!
Se são cientistas renomados, phd, nobel, livros cientificos, matérias em revistas científicas, então eles não são apoiados pela "comunidade científica"?
Até eu queria ficar bem longe dessa suposta "comunidade" que não ratifica os seus!
desculpe, mas o argumento é fraco demais!
Falou em 'fluxo de energia entre organismos vivos' e a luz vermelha se acendeu.
Encontrei esta resenha de um de seus livros:
http://www.skeptic.com/reading_room/is-god-in-the-equations/
Ou seja, o cara mistura teologia, física e matemática.
Aqui ele diz que uma espécie de mente universal surgiu com o Big Bang...
Vamos esquecê-lo.
Quando falei NUNCA, por que nunca falei do ser "Deus"
da improbalilidade e impossibilidade SIM, portanto:
Por favor, refute isso:
Os cientistas citados nos posts anteriores calcularam as chances da formação da vida por processos naturais. Eles estimaram que há menos de 1 chance em 10 elevado a 40.000 de que a vida poderia ter sido originada por tentativas aleatórias. 10 elevado a 40.000 é um 1 seguido por 40.000 zeros!
Como alguém pode fazer idéia do valor de um número tão grande? De acordo com a maioria dos Evolucionistas, o universo tem menos de 30 bilhões de anos, e há menos de 10 elevado a 18 segundos em 30 bilhões de anos. Então, mesmo que a natureza pudesse, de alguma forma, ter produzido trilhões de combinações de código genético a cada segundo por 30 bilhões de anos, as probabilidades contra a produção do mais simples animal unicelular por tentativa e erro ainda continuariam sendo inconcebivelmente imensas
Sem evidências. Como eu disse antes, empurra o problema com a barriga ao supor que a vida veio de fora da Terra.
É a opinião dele, que não é aceita pela comunidade científica.
Francis Collins é um renomado cientista - um dos responsáveis pelo mapeamento do DNA humano.
Ele deixou de ser ateu aos 27 anos.
Sua crença nunca fez ele deixar de ser cientista! vamos esquecê-lo também?
Um cientista pode ser especialista em uma coisa e até receber prêmios Nobel e reconhecimento da comunidade científica, mas dizer um monte de besteiras, que são rejeitadas pela comunidade, a respeito de outros assuntos.
Collins, por exemplo, é reconhecido por seu trabalho com o DNA, mas suas crenças religiosas são apenas suas crenças religiosas.
Excelência em um campo do conhecimento não significa excelência em tudo.
Sinceramente, esperava mais de alguns aqui...
Sim, sempre que ele der palpites infelizes fora da sua especialidade.
Explique-se melhor. Você acha que, se um cientista é bom em uma coisa, tudo o que ele disser sobre qualquer outra coisa deve ser aceito como verdade?
ah... é... não tem... eles são todos uns burros... esses cientistas... quando será que vão aprender que eles não possuem essa inteligência?
Você está se repetindo.
Talvez nunca. Quando a crença entra na cabeça, a lógica vai embora. Sei como é, pois fui cristão por décadas. Ainda bem que isto não me impediu de aceitar o evolucionismo.