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Refutar a Teoria do Design Inteligente.

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Comentários

  • Fernando_Silva disse: Nunca vi ninguém da comunidade científica afirmar que o universo tem mais de 15 bilhões de anos. Desconfio que essas hipóteses com 20 ou 30 bilhões não são levadas a sério por ela.

    Fonte Superinteressante:

    O Universo tem 13,7 bilhões de anos, com uma margem de erro de 0,2 bilhão para mais ou para menos. Dito assim, parece simples, mas, para chegar a esse valor, os cientistas se bateram durante quase 80 anos. Em 1929, o astrônomo americano Edwin Hubble percebeu que as galáxias estavam se afastando umas das outras e descobriu que, quanto maior a distância, mais alta a velocidade de distanciamento. Isso significa que o Universo está se expandindo, e, portanto, ele deve ter tido um começo. O trabalho do americano possibilitou que o modelo de Universo estático, que dominava a ciência, fosse revisto e desse origem à tese do big-bang. A partir do cálculo da distância e da velocidade atuais, seria possível descobrir há quanto tempo as galáxias estão se movimentando – e, portanto, quando foi exatamente que o nosso Universo começou.
    Recalculando
    Para mapear o Universo e descobrir sua idade, o astrônomo desenvolveu uma relação, conhecida como Lei de Hubble. Ele mesmo fez as contas e chegou à conclusão de que o Universo tinha 2 bilhões de anos. Acontece que, na época, já se sabia que a Terra e o Sol eram mais velhos do que isso (para o nosso planeta falava-se em 6,5 bilhões, e hoje temos como certa a idade de 4,5 bilhões). Algo estava muito errado aí, e era o valor da constante de Hubble, calculada a partir da distância estimada entre as galáxias. O pesquisador dizia que ela tinha o valor de 550 quilômetros por segundo por megaparsec (unidade de medida que corresponde a 3 milhões de anos-luz). Começou então um lento e difícil trabalho de recálculos e refinamentos dessa constante. Cada nova informação a respeito das distâncias entre os corpos espaciais provocava nova onda de tensão entre os astrônomos.
    Em 1952, o astrônomo alemão Walter Baade provou que o Universo era pelo menos duas vezes mais velho do que a Terra. Nos anos seguintes, boa parte dos cientistas adotou 20 bilhões de anos. Era um valor confortável, já que a idade de muitas estrelas era estimada entre 14 e 16 bilhões. Nos anos seguintes, um grupo de físicos chegou à conclusão de que o cálculo mais correto estava em torno dos 10 bilhões. A partir do final da década de 1980, com o auge da construção de telescópios espaciais, novos pesquisadores chegaram aos resultados mais variados, sempre dentro da faixa de 10 a 20 bilhões. Até que, em 1996, o telescópio espacial Hubble forneceu dados que levaram os pesquisadores ao número preocupante de 8 bilhões. Houve quem chegasse a duvidar da teoria do big-bang.
    No começo da década de 1990, o satélite europeu Hipparcos mediu a distância de milhares de estrelas com uma precisão 100 vezes maior do que a que se conseguia até aquele momento. Com isso, a idade das estrelas mais velhas foi reduzida de 16 para 13 bilhões. Ainda assim, era preciso refazer os cálculos ou explicar os dados fornecidos pelo Hubble. Foi o que dezenas de pesquisadores fizeram e, pela primeira vez, chegaram todos a resultados muito parecidos. Hoje, a constante de Hubble fica em torno de 71 quilômetros por segundo por megaparsec, e a idade do Universo está fixada, com um grau razoável de segurança, em 13,7 bilhões. Pelo menos até que novas informações venham a exigir novos cálculos.

    Tenho outras fontes que falam de 30 bilhões de anos, mas eu aceito sim, a idade do universo de 15 bilhões de anos.
  • DioEkzistas disse: Discuta com os números apresentados pelos cientistas não comigo! Eu sou um mero pesquisador e espectador dos acontecimentos científicos. Agora se vocês que tem sua fé baseada apenas na ciência estão discordando dos "sacerdotes" da ciência, eu, um mero mortal limitado, que nem curso superior tenho, não posso fazê-lo.

    estou apenas tentando demonstrar o erro do que vc passou, agora se encontrar algo "palpavel" qto a isto vamo ver entao.
  • Fernando_Silva disse: DioEkzistas disse: Agora se vocês que tem sua fé baseada apenas na ciência estão discordando dos "sacerdotes" da ciência, eu, um mero mortal limitado, que nem curso superior tenho, não posso fazê-lo.

    Errado. Estou discordando de cientistas isolados que não têm o apoio da comunidade científica.

    Os "Cientistas isolados" em questão são cientistas sérios de argumentos sólidos que toda a comunidade científica apóia.

    Fique tranquilo que isso eu posso te provar!
  • ReidReid Membro
    edited agosto 2012 Vote Up0Vote Down
    significa que os calculos chegaram num limite, mas e oq estao calculando? isso nao da para saber tanto que...
    DioEkzistas disse: Pelo menos até que novas informações venham a exigir novos cálculos.

    nao tem como ter certeza, mas eh oq temos agora, não é por isso que vamos dizer "acabou"
    Post edited by Reid on
  • Vamos lá aos Cientistas:

    Harold J. Morowitz (4 de Dezembro de 1927, Poughkeepsie, Nova York). Biofísico norte-americano. Obteve seu PhD em física em 1951 pela Universidade de Yale. Autor de inúmeros livros, que incluem temas científicos variados de interesse popular, Morowitz dedicou-se com especial interesse à termodinâmica dos sistemas vivos [1]. Suas pesquisas atuais articulam os fundamentos da biologia com as ciências da informação [2]. Tem publicado também sobre a origem da vida [3], tópico do qual é considerado um dos maiores conhecedores mundiais.
    Morowitz introduziu uma nova formulação da aplicação da termodinâmica ao estudo dos organismos e da biosfera. Como resultado do fluxo de energia (seu conceito explanatório central) a Terra armazena uma grande quantidade de energia em sua biomassa, onde passa por várias transformações, e o planeta como um todo se mantem fora de equilíbrio termodinâmico. O fluxo de energia entre os organismos vivos envolve uma grande complexidade de tipos de transformações fisico-químicas e de organização espacial e temporal. É precisamente esta intrincada estrutura espaço-temporal que permite a mobilização rápida precisa e eficiente de energia e informação.

    sua declaração:

    declarou que a chance de qualquer tipo de geração espontânea era uma em 10 elevado a 100,000,000,000

    Fonte: Energy Flow in Biology, Academic Press, 1968.







  • Francis Harry Compton Crick (Northampton, 8 de Junho de 1916 — San Diego, 28 de Julho de 2004) foi um biólogo molecular, biofísico e neurocientista britânico, mais conhecido pelo "modelo de dupla hélice", juntamente com James Watson e Maurice Wilkins, da estrutura da molécula de ADN em 1953.

    Formou-se em física pelo University College, em Londres. Com a deflagração da Segunda Guerra Mundial foi trabalhar na Royal Navy, interrompendo a sua pesquisa de doutorado. À época fazia estudos de campo em minas. Após o término da guerra e refletir sobre aspectos relativos à vida, mudou seu "objeto" de estudo. Quando retornou à pesquisa, optou pela biofísica, investigando dois temas: a natureza da consciência e a diferença entre os vivos e os não-vivos. Mudou-se para Cambridge, onde, no Laboratório Cavendish da Unidade do Conselho de Pesquisas Médicas de Max Perutz (autoridade no assunto à época) iniciou o estudo da formação das proteínas e o trabalho com cristalografia dos raios X.
    Em 1953, em parceria com o biólogo norte-americano James Watson, baseados no trabalho experimental dos britânicos Maurice Wilkins e Rosalind Franklin, propuseram a estrutura da famosa molécula de dupla hélice denominada ácido desoxirribonucleico (ADN)

    sua declaração:

    chama a vida de "quase um milagre". Ele não poderia racionalizar as implicações metafísicas da sua descoberta do DNA, por isso desenvolveu sua teoria de "esporos de vida" na década de 1970.

    Fonte: Francis Crick, Life Itself - Its Origin and Nature, Futura, 1982.
  • Sir Fred Hoyle (Bingley, Yorkshire, 24 de junho de 1915 — Bournemouth, Dorset, 20 de agosto de 2001) foi um astrônomo britânico famoso por algumas teorias que iam de encontro à opinião científica corrente e um escritor de ficção científica, incluindo alguns livros co-escritos pelo filho, Geoffrey Hoyle. Fred Hoyle passou a maior parte da carreira no Instituto de Astronomia da Universidade de Cambridge, de que foi diretor vários anos.

    Uma antiga publicação de Hoyle faz um uso interessante do Princípio antrópico. Tentando descobrir o funcionamento da nucleossíntese estelar, ele observou que uma reação nuclear particular, o processo triplo alfa, que gerou o carbono, requereria que o núcleo do carbono tivesse uma energia bem específica para ocorrer. A grande quantidade de carbono no universo, que torna a vida tal como a conhecemos possível, demonstrou que essa reação nuclear tinha que funcionar. Baseado nessa noção, ele previu os níveis de energia do núcleo do carbono que foram mais tarde comprovados em laboratório.
    Seu colaborador, William Alfred Fowler, ganhou o Prêmio Nobel de Física em 1983 (com Subrahmanyan Chandrasekhar), mas por alguma razão a contribuição original de Hoyle não foi levada em conta, e muitos ficaram surpresos que um astrônomo tão notável jamais recebesse o prêmio. O próprio Fowler, em um esboço autobiográfico ressaltou os esforços pioneiros de Hoyle:
    The concept of nucleosynthesis in stars was first established by Hoyle in 1946. This provided a way to explain the existence of elements heavier than helium in the universe, basically by showing that critical elements such as carbon could be generated in stars and then incorporated in other stars and planets when that star "dies". The new stars formed now start off with these heavier elements and even heavier elements are formed from them. Hoyle theorized that other rarer elements could be explained by supernovas, the giant explosions which occasionally occur throughout the universe, whose temperatures and pressures would be required to create such elements.
    O conceito de nucleossíntese nas estrelas foi estabelecido primeiramente por Hoyle em 1946. Isso forneceu uma explicação para a existência de elementos mais pesados que o hélio no universo, basicamente mostrando que elementos críticos como o carbono poderiam ser produzidos nas estrelas e mais tarde incorporados em outras estrelas e planetas quando a estrela "morre". As novas estrelas formadas recentemente já são formadas com esses elementos pesados, e elementos ainda mais pesados são formados a partir deles. Hoyle estabeleceu a teoria de que outros elementos raros podiam ser explicados por supernovas, as explosões gigantes que ocorrem ocasionalmente no universo, cujas temperaturas e pressões seriam requeridas para criar tais elementos.

    sua declaração:

    Sir Fred Hoyle, um agnóstico autor de Evolution from Space (1981), através de um cálculo bem mais "promissor", propôs que a probabilidade era uma chance em 10 elevado a 40.000 (a mesma probabilidade de que um tornado se arrastando por um ferro-velho poderia montar um Boeing 747). No seu caso mais notório, Fred Hoyle denunciou que o fóssil do Archeopteryx era uma fraude, e também expressou sérias dúvidas quanto à teoria de Darwin da Evolução por Seleção Natural. Ele escreveu para a revista NATURE, dizendo:
    “A probabilidade da formação da vida a partir de matéria inanimada é de um para um número com quarenta mil zeros... [Grande demais considerando até mesmo a quantidade total de átomos em todo o universo, que é infinitamente menor e da ordem de apenas 10 elevado a 80]... Grande o bastante para enterrar Darwin e toda a teoria da evolução”. Mais tarde Hoyle apresentou uma analogia drástica para ilustrar a impossibilidade da evolução complexa: “Imagine um tornado passando por cima de um depósito de ferro velho, e, depois que ele passa, deixa em seu rastro um Jumbo Boeing 747 novinho em folha, que, é claro, foi criado e montado por acaso a partir das peças existentes no depósito de ferro velho”.

    Fonte: Sir Fred Hoyle, Nature, vol. 294:105, 12 de novembro de 1981.




  • sybok disse: Improbabilidade não prova impossibilidade, nem confirma coisas ainda mais improváveis quanto a existência de Deus.

    Nunca falei isso! veja a minha "conclusão" sobre o assunto e verá que não utilizei uma linha para falar isso!
  • sybok disse: Se você acha improvável que minerais e agentes químicos gradualmente deem origem a matéria orgânica e essa passe a se reproduzir, criando assim a forma mais simples de vida possível, que tal fazer o calculo do quão improvável é a existência de um ser onisciente, onipotente e onipresente surgindo do nada?

    Ih meu caro, agora tu embolaste tudo de vez! Certamente foi muito infeliz neste argumento pois estamos aqui falando de coisas palpáveis e mensuráveis, em nenhum momento citei nenhum "ser" no proposto científico do fato!
  • sybok disse: A vida simples pode ser um "assombroso improvável" que se mostra real, mas é ainda menos assombrosa e menos improvável do que a própria existência de Deus.
    Você só está trocando um assombro menor, por um assombro maior ainda mais improvável.

    Leia a minha conclusão e veja como você está 200% errado nessa falsa acusação que falei algo assim!
  • Fernando_SilvaFernando_Silva Administrador, Moderador
    DioEkzistas disse: Os "Cientistas isolados" em questão são cientistas sérios de argumentos sólidos que toda a comunidade científica apóia.

    Se toda a comunidade científica os apoiasse, a hipótese de a vida ter surgido na Terra naturalmente há quase 4 bilhões de anos já teria sido descartada.
  • Caro sybok, você está LITERALMENTE viajando na maionese.

    todo o proposto aqui foi palpável e mensurável

    minha conclusão pela ciência, mesmo com todas as improbabilidades que a vida surgiu ao acaso foi que "sou Ateu"

    minha conclusão Filosófica é que me permite ser TOTALMENTE TEÍSTA!

    será que é difícil entender essa posição? Posso ser Ateu e Teísta ao mesmo tempo? Não?
    Por que?
  • Fernando_Silva disse: DioEkzistas disse: Os "Cientistas isolados" em questão são cientistas sérios de argumentos sólidos que toda a comunidade científica apóia.

    Se toda a comunidade científica os apoiasse, a hipótese de a vida ter surgido na Terra naturalmente há quase 4 bilhões de anos já teria sido descartada.

    Você já está conjecturando por você mesmo. Não sei como realmente você pode ter certeza disso!

    Se são cientistas renomados, phd, nobel, livros cientificos, matérias em revistas científicas, então eles não são apoiados pela "comunidade científica"?

    Até eu queria ficar bem longe dessa suposta "comunidade" que não ratifica os seus!

    desculpe, mas o argumento é fraco demais!


  • Fernando_SilvaFernando_Silva Administrador, Moderador
    DioEkzistas disse: Morowitz introduziu uma nova formulação da aplicação da termodinâmica ao estudo dos organismos e da biosfera. Como resultado do fluxo de energia (seu conceito explanatório central) a Terra armazena uma grande quantidade de energia em sua biomassa, onde passa por várias transformações, e o planeta como um todo se mantem fora de equilíbrio termodinâmico. O fluxo de energia entre os organismos vivos envolve uma grande complexidade de tipos de transformações fisico-químicas e de organização espacial e temporal. É precisamente esta intrincada estrutura

    Falou em 'fluxo de energia entre organismos vivos' e a luz vermelha se acendeu.

    Encontrei esta resenha de um de seus livros:

    http://www.skeptic.com/reading_room/is-god-in-the-equations/
    In the first chapter, the author stated that a clear epistemology is necessary to understand emergence, but in the second chapter he argued that we do not have a clear epistemology in which to frame emergence. At this point I began to wonder what the book was about since the author had admitted up front that we do not have the tools to understand the subject.

    But it become clear in the last chapter, when Morowitz confessed that he had two agendas: to study emergence by examining a number of examples, and to look for the nature and operation of God in the emergent universe. His book is therefore really more of a work of theology than it is science. The theology is cloaked in scientific jargon and mathematical equations, but it is theology nonetheless.

    Ou seja, o cara mistura teologia, física e matemática.
    To say that information and mind entered the universe at the time of atomic emergence is either cloudy epistemology or a veiled attempt to imbed divinity in physical
    laws. I think it is both.

    Aqui ele diz que uma espécie de mente universal surgiu com o Big Bang...

    Vamos esquecê-lo.

  • sybok disse: Por isso repito, improbabilidade não prova impossibilidade.

    Quando falei NUNCA, por que nunca falei do ser "Deus"

    da improbalilidade e impossibilidade SIM, portanto:

    Por favor, refute isso:

    Os cientistas citados nos posts anteriores calcularam as chances da formação da vida por processos naturais. Eles estimaram que há menos de 1 chance em 10 elevado a 40.000 de que a vida poderia ter sido originada por tentativas aleatórias. 10 elevado a 40.000 é um 1 seguido por 40.000 zeros!

    Como alguém pode fazer idéia do valor de um número tão grande? De acordo com a maioria dos Evolucionistas, o universo tem menos de 30 bilhões de anos, e há menos de 10 elevado a 18 segundos em 30 bilhões de anos. Então, mesmo que a natureza pudesse, de alguma forma, ter produzido trilhões de combinações de código genético a cada segundo por 30 bilhões de anos, as probabilidades contra a produção do mais simples animal unicelular por tentativa e erro ainda continuariam sendo inconcebivelmente imensas
  • oq ta sendo discutido agora leva um pouco tbm desse topico (http://www.religiaoeveneno.com.br/discussion/959/leis-dos-conjuntos-comparativos-similares#Item_2) do gilga :D
  • Fernando_SilvaFernando_Silva Administrador, Moderador
    DioEkzistas disse: Francis Harry Compton Cricksua declaração:

    chama a vida de "quase um milagre". Ele não poderia racionalizar as implicações metafísicas da sua descoberta do DNA, por isso desenvolveu sua teoria de "esporos de vida" na década de 1970.

    Sem evidências. Como eu disse antes, empurra o problema com a barriga ao supor que a vida veio de fora da Terra.
    DioEkzistas disse: Sir Fred Hoyle, um agnóstico autor de Evolution from Space (1981), através de um cálculo bem mais "promissor", propôs que a probabilidade era uma chance em 10 elevado a 40.000 (a mesma probabilidade de que um tornado se arrastando por um ferro-velho poderia montar um Boeing 747). No seu caso mais notório, Fred Hoyle denunciou que o fóssil do Archeopteryx era uma fraude, e também expressou sérias dúvidas quanto à teoria de Darwin da Evolução por Seleção Natural. Ele escreveu para a revista NATURE, dizendo:
    “A probabilidade da formação da vida a partir de matéria inanimada é de um para um número com quarenta mil zeros... [Grande demais considerando até mesmo a quantidade total de átomos em todo o universo, que é infinitamente menor e da ordem de apenas 10 elevado a 80]... Grande o bastante para enterrar Darwin e toda a teoria da evolução”. Mais tarde Hoyle apresentou uma analogia drástica para ilustrar a impossibilidade da evolução complexa: “Imagine um tornado passando por cima de um depósito de ferro velho, e, depois que ele passa, deixa em seu rastro um Jumbo Boeing 747 novinho em folha, que, é claro, foi criado e montado por acaso a partir das peças existentes no depósito de ferro velho”.

    É a opinião dele, que não é aceita pela comunidade científica.
  • DioEkzistasDioEkzistas Membro
    edited agosto 2012 Vote Up0Vote Down
    Fernando_Silva disse: Aqui ele diz que uma espécie de mente universal surgiu com o Big Bang...

    Vamos esquecê-lo.

    Francis Collins é um renomado cientista - um dos responsáveis pelo mapeamento do DNA humano.

    Ele deixou de ser ateu aos 27 anos.

    Sua crença nunca fez ele deixar de ser cientista! vamos esquecê-lo também?
    Post edited by DioEkzistas on
  • Fernando_SilvaFernando_Silva Administrador, Moderador
    DioEkzistas disse:
    Fernando_Silva escreveu:
    DioEkzistas escreveu:
    Os "Cientistas isolados" em questão são cientistas sérios de argumentos sólidos que toda a comunidade científica apóia.

    Se toda a comunidade científica os apoiasse, a hipótese de a vida ter surgido na Terra naturalmente há quase 4 bilhões de anos já teria sido descartada.

    Você já está conjecturando por você mesmo. Não sei como realmente você pode ter certeza disso!

    Se são cientistas renomados, phd, nobel, livros cientificos, matérias em revistas científicas, então eles não são apoiados pela "comunidade científica"?

    Até eu queria ficar bem longe dessa suposta "comunidade" que não ratifica os seus!

    desculpe, mas o argumento é fraco demais!

    Um cientista pode ser especialista em uma coisa e até receber prêmios Nobel e reconhecimento da comunidade científica, mas dizer um monte de besteiras, que são rejeitadas pela comunidade, a respeito de outros assuntos.

    Collins, por exemplo, é reconhecido por seu trabalho com o DNA, mas suas crenças religiosas são apenas suas crenças religiosas.

    Excelência em um campo do conhecimento não significa excelência em tudo.
  • É... não estamos diferente aqui do Cristão que aceita a bíblia como única regra de fé! Vamos escondendo um versículo aqui, vamos escondendo uma história muito feia ali, e nossa fé continua inabalável!

    Sinceramente, esperava mais de alguns aqui...
  • Fernando_SilvaFernando_Silva Administrador, Moderador
    DioEkzistas disse:
    Fernando_Silva escreveu:
    Aqui ele diz que uma espécie de mente universal surgiu com o Big Bang...

    Vamos esquecê-lo.


    Francis Collins é um renomado cientista - um dos responsáveis pelo mapeamento do DNA humano.

    Ele deixou de ser ateu aos 27 anos.

    Sua crença nunca fez ele deixar de ser cientista! vamos esquecê-lo também?

    Sim, sempre que ele der palpites infelizes fora da sua especialidade.
  • Fernando_SilvaFernando_Silva Administrador, Moderador
    edited agosto 2012 Vote Up0Vote Down
    DioEkzistas disse: É... não estamos diferente aqui do Cristão que aceita a bíblia como única regra de fé! Vamos escondendo um versículo aqui, vamos escondendo uma história muito feia ali, e nossa fé continua inabalável!

    Sinceramente, esperava mais de alguns aqui...

    Explique-se melhor. Você acha que, se um cientista é bom em uma coisa, tudo o que ele disser sobre qualquer outra coisa deve ser aceito como verdade?
    Post edited by Fernando_Silva on
  • sybok disse: DioEkzistas disse: Os cientistas citados nos posts anteriores calcularam as chances da formação da vida por processos naturais.

    Esses cientistas não tem base para calcular as chaces de formação de algo que eles não sabem como pode ser formar, nem tem como calcular isso sem conhecer as condições do ambiente no momento do ocorrido.

    ah... é... não tem... eles são todos uns burros... esses cientistas... quando será que vão aprender que eles não possuem essa inteligência?
  • Fernando_SilvaFernando_Silva Administrador, Moderador
    DioEkzistas disse: Quando falei NUNCA, por que nunca falei do ser "Deus"

    da improbalilidade e impossibilidade SIM, portanto:

    Por favor, refute isso:

    Você está se repetindo.
  • Fernando_SilvaFernando_Silva Administrador, Moderador
    DioEkzistas disse:
    sybok escreveu:
    DioEkzistas escreveu:
    Os cientistas citados nos posts anteriores calcularam as chances da formação da vida por processos naturais.

    Esses cientistas não tem base para calcular as chaces de formação de algo que eles não sabem como pode ser formar, nem tem como calcular isso sem conhecer as condições do ambiente no momento do ocorrido.

    ah... é... não tem... eles são todos uns burros... esses cientistas... quando será que vão aprender que eles não possuem essa inteligência?

    Talvez nunca. Quando a crença entra na cabeça, a lógica vai embora. Sei como é, pois fui cristão por décadas. Ainda bem que isto não me impediu de aceitar o evolucionismo.
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